sexta-feira, 23 de outubro de 2009

O que é um Blog?

* Blog - É um “diário pessoal e público” publicado na internet - é um tipo de página pessoal no qual o dono desenvolve alguma conversa sobre um ou vários assuntos interessantes e deixa aberto um mural com a opinião dos visitantes.

Em parte até que se pode dizer que ainda reste um pouco desta definição nos blogs de hoje mais a principal mudança que considero é o que vemos no começo “Diario Pessoal”; diario ate pode ser, mais eu pergunto pra voçes, o que se tem de pessoal nos diarios(blogs) atuais, pois vemos alguns blogs que não são feitos apenas por uma pessoa mais conta com a colaboração de vários blogueiros, tornando-os em sites colaborativos, e que se destaca pela liberdade de expressão que pode ser observado em criticas e protestos feitos por esses editores de blogs.

Também podemos observar a falta de qualidade de uns e outros que se destacam por ter em seu quadro de editores grandes nomes, como no caso do BoomBust que apresenta texto criado pelos melhores blogueiros do pais e tem textos de alta qualidade.

A também a forma de ser até mesmo algo que te gere algum tipo de receita, dependendo da popularidade, e se agrada ou não ao publico leitor.

No caso dos blogs (x)Tuga que se transformaram em um grande portal e que produzem conteúdo próprio servindo de inspiracão a outros blogs que acrescentam algo mais ou simplesmente repassam as noticias adiquiridas.

Pra mim um novo significado incluiriam os seguintes termos:

* Pode ser um diário pessoal
* Site que produz discussões sobre temas relevantes e/ou polêmicos
* Site que oferece dicas e ajuda a um determinado assunto
* Site que pode ser gerador de conteúdo próprio ou simplesmente debater e repercutir assuntos gerado por outros site ou qualquer outro tipo de midia.

Estes significados pra ainda são muito incompleto, pois a cada dia vemos a evolução dos blogs o que torna estas definições obsoletas.

Ao contrario do que se surge na internet, falando que blogs produzem conteúdo inútil, ao meu ver não se aplica a maioria dos blog, pois muitas vezes podem trazer algo muito interessante, mais que não tem o devido destaque na mídia tradicional e que a partir dai podem gerar uma grande e interessante repercussão.

O uso de chats na educação

O uso pedagógico do chat

O uso pedagógico do chat, ou sala de bate-papo on line é um campo a se investigar e pode trazer novas dimensões não só para o ensino à distância, mas como instrumento de construção de conhecimentos, pesquisa, troca de informação e comunicação entre sujeitos que buscam aprender, seja com instituições de ensino ou não.

Essa nova realidade cria e exige outra postura do professor. Portanto, o ato de pensar e fazer educação assume um novo paradigma onde, na era digital, o aluno passa a ser o gerenciador do seu próprio conhecimento, sendo o professor o mediador nessa construção do saber. Podemos perceber que o chat é uma ferramenta que favorece a comunicação entre grupos. Essa comunicação pode ter várias direções, mas, para que ela seja eficaz, se faz necessário a presença de um mediador que terá o papel de orientar a comunicação entre os participantes na busca de atingir os objetivos propostos pelo chat.

Pensar no chat como uma ferramenta pedagógica é algo desafiador para o professor, visto que ele assumirá outro papel, o de não ser mais meramente um repassador de informações, mas um mediador. Ele deixa de ser o centro do saber e estará interagindo com os participantes por meio das novas tecnologias. Desta forma, o professor na era da informação está envolvido com processos múltiplos do conhecimento que pressupõe flexibilidade, interatividade, adaptação e cooperação.

Essa ferramenta deve ser inserida na escola, com vistas a favorecer o progresso e o desenvolvimento de alunos e professores em toda a sua dimensão. Nesse âmbito, se faz necessário um repensar sobre o papel do professor e o que o futuro aponta para a sua prática.

A escola deve está constantemente aberta às novas demandas, possuindo uma visão crítica de como essa ferramenta pode facilitar e agregar uma nova prática educacional. Contribuindo, dessa forma, para a formação de um cidadão mais crítico. Nessa perspectiva, o novo paradigma educacional deve ser entendido como contribuição na busca de uma prática pedagógica autônoma, aquém de ser uma solução para os problemas crônicos do processo educacional brasileiro. Para a construção dessa pedagogia autônoma, o professor deve criar situações-problemas para serem explorados e resolvidos, ou seja, gerar desafios como estratégias motivacionais para os alunos.

No chat, os alunos interagem com os outros participantes por meio da comunicação escrita, utilizando códigos peculiares do ambiente virtual. Essa ferramenta pode contribuir para o aprimoramento da capacidade de raciocínio e agilidade na escrita. Após o chat, deve ser gerado um relatório de registro que deve ser analisado pelos professores e alunos na busca de identificar o que foi discutido, incluindo os assuntos mais palpitantes ou questões gramaticais, com vistas a levar os participantes a uma reflexão. Além disso, o chat pode ajudar os professores a entender os assuntos que mais interessam seus alunos e, dessa forma, desenvolver uma pedagogia de projetos que tem seu foco nas reais necessidades dos participantes.

O chat também possibilita que os participantes permaneçam anônimos – se assim desejarem – usando outros nomes e criando, até mesmo, uma nova identidade. Essa possibilidade gerou um enorme sucesso entre os internautas. Nesse sentido, o chat encontra-se voltado para uma prática lúdica e informal, podendo ter influenciado a construção de um conceito errôneo por parte dos professores na utilização do chat como uma ferramenta pedagógica. Salienta-se, entretanto, que o chat enquanto ferramenta pedagógica deve possuir regras próprias ao processo educacional.

Vanessa dos Santos Nogueira
Pedagoga
Colunista - Brasil Escola.com

sexta-feira, 9 de outubro de 2009

O lúdico na Educação Infantil

Com relação ao jogo, Piaget (1998) acredita que ele é essencial na vida da criança. De início tem-se o jogo de exercício que é aquele em que a criança repete uma determinada situação por puro prazer, por ter apreciado seus efeitos.

Em torno dos 2-3 e 5-6 anos nota-se a ocorrência dos jogos simbólicos, que satisfazem a necessidade da criança de não somente relembrar o mentalmente o acontecido, mas de executar a representação.

Em período posterior surgem os jogos de regras , que são transmitidos socialmente de criança para criança e por conseqüência vão aumentando de importância de acordo com o progresso de seu desenvolvimento social. Para Piaget, o jogo constitui-se em expressão e condição para o desenvolvimento infantil , já que as crianças quando jogam assimilam e podem transformar a realidade.

Já Vygotsky (1998), diferentemente de Piaget, considera que o desenvolvimento ocorre ao longo da vida e que as funções psicológicas superiores são construídas ao longo dela. Ele não estabelece fases para explicar o desenvolvimento como Piaget e para ele o sujeito não é ativo nem passivo: é interativo.

Segundo ele, a criança usa as interações sociais como formas privilegiadas de acesso a informações: aprendem a regra do jogo, por exemplo, através dos outros e não como o resultado de um engajamento individual na solução de problemas. Desta maneira, aprende a regular seu comportamento pelas reações, quer elas pareçam agradáveis ou não.

Enquanto Vygotsky fala do faz-de-conta, Piaget fala do jogo simbólico, e pode-se dizer, segundo Oliveira (1997) ,que são correspondentes.

“O brinquedo cria uma Zona de Desenvolvimento Proximal na criança”. (Oliveira, 1977: 67), lembrando que ele afirma que a aquisição do conhecimento se dá através das zonas de desenvolvimento: a real e a proximal. A zona de desenvolvimento real é a do conhecimento já adquirido, é o que a pessoa traz consigo, já a proximal, só é atingida, de início, com o auxílio de outras pessoas mais “capazes”, que já tenham adquirido esse conhecimento.

“As maiores aquisições de uma criança são conseguidas no brinquedo, aquisições que no futuro tornar-se-ão seu nível básico de ação real e moralidade (Vygotsky, 1998).

Piaget (1998) diz que a atividade lúdica é o berço obrigatório das atividades intelectuais da criança, sendo, por isso, indispensável à prática educativa (Aguiar, 1977: 58).

Na visão sócio- histórica de Vygotsky, a brincadeira, o jogo, é uma atividade específica da infância, em que a criança recria a realidade usando sistemas simbólicos. Essa é uma atividade social, com contexto cultural e social. É uma atividade humana criadora, na qual imaginação, fantasia e realidade interagem na produção de novas possibilidades de interpretação, de expressão e de ação pelas crianças, assim como de novas formas de construir relações sociais com outros sujeitos, crianças e adultos.

Para Vygotsky, citado por Wajskop (1999:35): ...a brincadeira cria para as crianças uma zona de desenvolvimento proximal que não é outra coisa senão a distância entre o nível atual de desenvolvimento, determinado pela capacidade de resolver independentemente um problema, e o nível de desenvolvimento potencial, determinado através da resolução de um problema, sob a orientação de um adulto, ou de um companheiro mais capaz.

Vygotsky, citado por Lins (1999), classifica o brincar em algumas fases: durante a primeira fase a criança começa a se distanciar de seu primeiro meio social, representado pela mãe, começa a falar, andar e movimentar-se em volta das coisas. Nesta fase, o ambiente a alcança por meio do adulto e pode-se dizer que a fase estende-se até em torno dos sete anos. A segunda fase é caracterizada pela imitação, a criança copia os modelos dos adultos. A terceira fase é marcada pelas convenções que surgem de regras e convenções a elas associadas.

Vygotsky (1989: 109), ainda afirma que: é enorme a influência do brinquedo no desenvolvimento de uma criança. É no brinquedo que a criança aprende a agir numa esfera cognitiva, ao invés de numa esfera visual externa, dependendo das motivações e tendências internas, e não por incentivos fornecidos por objetos externos”.

A noção de “zona proximal de desenvolvimento” interliga-se portanto, de maneira muito forte, à sensibilidade do professor em relação às necessidades e capacidades da criança e à sua aptidão para utilizar as contingências do meio a fim de dar-lhe a possibilidade de passar do que sabe fazer para o que não sabe. (Pourtois, 199: 109).

As brincadeiras que são oferecidas à criança devem estar de acordo com a zona de desenvolvimento em que ela se encontra e estimular para o desenvolvimento do ir além; desta forma, pode-se perceber a importância do professor conhecer a teoria de Vygotsky.

No processo da educação infantil o papel do professor é de suma importância, pois é ele quem cria os espaços, disponibiliza materiais, participa das brincadeiras, ou seja, faz a mediação da construção do conhecimento.

A desvalorização do movimento natural e espontâneo da criança em favor do conhecimento estruturado e formalizado, ignora as dimensões educativas da brincadeira e do jogo como forma rica e poderosa de estimular a atividade construtiva da criança. É urgente e necessário que o professor procure ampliar cada vez mais as vivências da criança com o ambiente físico, com brinquedos, brincadeiras e com outras crianças.

O jogo, compreendido sob a ótica do brinquedo e da criatividade, deverá encontrar maior espaço para ser entendido como educação, na medida em que os professores compreenderem melhor toda sua capacidade potencial de contribuir para com o desenvolvimento da criança.

NEGRINE (1994:20), em estudos realizados sobre aprendizagem e desenvolvimento infantil, afirma que "quando a criança chega à escola, traz consigo toda uma pré-história, construída a partir de suas vivências, grande parte delas através da atividade lúdica".

Segundo esse autor, é fundamental que os professores tenham conhecimento do saber que a criança construiu na interação com o ambiente familiar e sociocultural, para formular sua proposta pedagógica.

Entendemos, a partir dos princípios aqui expostos, que o professor deverá contemplar a brincadeira como princípio norteador das atividades didático-pedagógicas, possibilitando às manifestações corporais encontrarem significado pela ludicidade presente na relação que as crianças mantêm com o mundo.

Porém essa perspectiva não é tão fácil de ser adotada na prática. Podemos nos perguntar: como colocar em prática uma proposta de educação infantil em que as crianças desenvolvam, construam/adquiram conhecimentos e se tornem autônomas e cooperativas?


Como os professores favorecerão a construção de conhecimentos se não forem desafiados a construírem os seus?


O caminho que parece possível implica pensar a formação permanente dos profissionais que nela atuam.

“é preciso que os profissionais de educação infantil tenham acesso ao conhecimento produzido na área da educação infantil e da cultura em geral, para repensarem sua prática, se reconstruírem enquanto cidadãos e atuarem enquanto sujeitos da produção de conhecimento. E para que possam, mais do que "implantar" currículos ou "aplicar" propostas à realidade da creche/pré-escola em que atuam, efetivamente participar da sua concepção, construção e consolidação”. (Kramer apud MEC/SEF/COEDI, 1996 p.19).

Referências bibliográficas:

KRAMER, Sonia. Currículo de Educação Infantil e a Formação dos Profissionais de Creche e Pré-escola: questões teóricas e polêmicas. In: MEC/SEF/COEDI. Por uma política de formação do profissional de Educação Infantil. Brasília-DF. 1994a

LINS, Maria Judith Sucupira da Costa. 1999. O direito de brincar: desenvolvimento cognitivo e a imaginação da criança na perspectiva de Vygotsky. In: XIII CONGRESSO BRASILEIRO DE EDUCAÇÃO INFANTIL DA OMEP. Paraíba. Anais do XIII Congresso Brasileiro de Educação Infantil da OMEP. p. 41-47.

NEGRINE, Airton. Aprendizagem e desenvolvimento infantil. Porto Alegre: Prodil, 1994.

OLIVEIRA, Zilma de Moraes Ramos de (org). 2000. Educação infantil: muitos olhares. 4.ed. São Paulo: Cortez.

Piaget, J. A psicologia da criança. Ed Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 1998.

Pourtois & Desmet. A educação pós-moderna. Loyola, 1999.

VYGOTSKY, L. 1989. A formação social da mente. São Paulo: Martins Fontes.

WAJSKOP, Gisela. 1995. O brincar na educação infantil. Caderno de Pesquisa, São Paulo, n.92, p. 62-69, fev.

_____ 1999. Brincar na pré-escola. 3.ed. São Paulo: Cortez.




Fonte de Pesquisa: www.centrorefeducacional.com.br/ludicoeinf.htm


Abatidos pela ansiedade

Abatidos pela ansiedade | Pastor Sérgio Fernandes

Provérbios 12:25 - ¶ A ansiedade no coração deixa o homem abatido, mas uma boa palavra o alegra.

Vez ou outra, eu volto a falar sobre ansiedade com vocês. É um tema que não envelhece e não se esgota. Num mundo onde todos querem respostas rápidas e soluções prontas, lidar com problemas de díficil solução causa um profundo abatimento no coração que tem dificuldades para confiar no Senhor.

Eu, por muitas vezes, tenho esta dificuldade. Quando estamos ansiosos, somos tentados a fazer as coisas do nosso modo, como se duvidássemos que o Senhor pode nos ajudar. Esse ativismo parece justo, mas ele nos cansa, e na maioria das vezes não resolve o problema.

Quando a ansiedade querer te derrubar, reflita na forma como o Senhor vem conduzindo cada passo de sua vida até aqui. Você não percebe que é no andar da carroça que as abóboras se ajeitam? Deixa o Senhor trabalhar por você... e aprenda a viver uma vida mais tranquila com o Pai Celestial.

Deus te abençoe!